Poesia Circular

Poesia circular, contornando bolachas de bar. Falatório, sanatório, psicólogos noturnos. Garçons não têm tempo nem pra rima. Casais se divertem, brigam e beijam, bebem, comem, riem e cantam. Solitários mergulhos em copos rasos, fugas efêmeras de realidades sufocantes e, entediantes. Copos convidativos hipnotizantes, copos mágicos. No fundo do copo, o foco, pontos fixos em uma mente dispersa, e como conversa? Tanto faz, amanhã, de ressaca, ninguém vai lembrar mais. A dor derruba, o tempo aperta. Todos juram que nunca mais "Chega, desses exageros, eu quero paz!", pobre rapaz... O garçom sorri, acena e diz: "Até breve, amigo, até mais", sabendo que promessas de fim de noite não se cumprem jamais.

Poesia circular, contornando bolachas de bar.

Poesia circular, contornando bolachas de bar. Falatório, sanatório, psicólogos noturnos. Garçons não têm tempo nem pra rima. Casais se divertem, brigam e beijam, bebem, comem, riem e cantam. Solitários mergulhos em copos rasos, fugas efêmeras de realidades sufocantes e, entediantes. Copos convidativos hipnotizantes, copos mágicos. No fundo do copo, o foco, pontos fixos em uma mente dispersa, e como conversa? Tanto faz, amanhã, de ressaca, ninguém vai lembrar mais. A dor derruba, o tempo aperta. Todos juram que nunca mais “Chega desses exageros, eu quero paz!”, pobre rapaz… O garçom sorri, acena e diz: “Até breve, amigo, até mais”, sabendo que promessas de fim de noite não se cumprem jamais.

 

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